Recentemente vi o anúncio de um evento que, pra quem está dentro do paraquedismo, não passa despercebido.
O Horizon Camp, organizado pela Go Fly Club em Boituva, vai trazer para o Brasil nomes do mais alto nível do skydiving mundial. Não é só mais um camp. É a oportunidade de voar com quem está ajudando a definir o padrão técnico do esporte lá fora.
De 10 a 13 de junho, apenas 20 atletas terão acesso direto a esse nível de voo. Dividido em 4 grupos, com acompanhamento próximo dos líderes de cada grupo. E aqui vale contextualizar quem são essas pessoas:
David Lang e Pedro Carneiro são dois nomes com quem já tive a oportunidade de voar. O nível técnico deles é altíssimo, mas o que realmente diferencia é a didática, a forma como eles traduzem voo em linguagem simples, prática, executável. Não é sobre fazer bonito, é sobre fazer com intenção. Jesse e Emma Jaber completam o time. Dois nomes extremamente respeitados no cenário internacional, com uma bagagem enorme tanto de céu quanto de túnel. E isso faz diferença, porque quem vem do túnel não ensina só movimento. Ensina controle, consciência corporal e repetição com intenção. Tunnel Rats, do melhor estilo. E isso, no final, eleva o nível de qualquer um que esteja disposto a aprender.
O valor de trazer o mundo para dentro de casa.
Durante muito tempo, quem queria ter contato com esse tipo de coaching precisava sair do país, ir pra Europa, Estados Unidos, correr atrás. Hoje, ver um camp desse acontecendo em Boituva muda o jogo. A Go Fly Club tem estrutura para isso, quem já voou lá sabe. Organização, operação, fluxo de salto, ambiente. Tudo preparado para suportar um evento desse nível. E isso não é detalhe. Estrutura bem feita potencializa aprendizado.
Trazer a galera do Team Horizon para o Brasil é sobre expandir os horizontes no esporte. Ter acesso a conhecimento, a estilo de voo, a mentalidade de voar bem e com segurança.
Número de saltos não significam um voo melhor.
Existe uma diferença grande entre acumular saltos e evoluir de verdade. Camp bom não é o que você sai cansado, é o que você sai diferente. E isso normalmente vem de três coisas:
Clareza.
Correção.
Repetição.
E esse tipo de time entrega exatamente isso.
Vagas limitadas.
Nem todo mundo vai conseguir estar em Boituva nesses dias. São só 20 slots. E isso, por si só, já diz muito sobre o tipo de experiência que está sendo proposta, mas mesmo que você não esteja lá em junho, o movimento já é claro:
Esse tipo de iniciativa está aproximando o Brasil de um padrão global de treino e pra quem quer evoluir de verdade, isso importa.
A pergunta que fica é...
Você está esperando o cenário ideal para evoluir ou aproveitando quando ele aparece?
Se quiser voar nesse camp de junho, o caminho é falar com o @rogeriomenezesjr ou chamar a @goflycluboficial para reservar a sua vaga.